Guia prático sobre lubrificantes íntimos femininos
O assunto é mais simples do que as marcas querem fazer parecer. A maior parte do que você vê na prateleira da farmácia é formulado para graxar e não para funcionar bem com o corpo feminino. Se você está procurando qual o melhor lubrificante íntimo feminino, a resposta curta é que depende da sua situação, mas o caminho mais seguro começa descartando metade dos produtos existentes. Aquelas embalagens coloridas com glitter e cheiro de morango não são lubrificantes, são açúcar com água e conservantes. Colocar isso na mucosa vaginal é pedir para ter candidíase na semana seguinte. A microbiota vaginal é sensível ao pH, e ingredientes como parabenos, glicerina em concentração alta e fragrâncias sintéticas alteram o equilíbrio rápido demais.
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Base aquosa versus base de silicone
Aqui entra a primeira diferença prática que a maioria dos textos ignora. Lubrificante à base de silicone dura muito mais tempo na vagina. Ele não evapora. Se você tem-seco vaginal por menopausa, medicação ou apenas por constituição, a base de silicone é superior em duração. O problema é que silicone danifica preservativos de látex com o tempo. Não é um aviso dramático, é química básica: silicone degrad