Receita De Pudim De Leite Condensado Sem Furinhos - A RECEITA DE PUDIM DE LEITE CONDENSADO PERFEITA E SEM FURINHOS ...
A RECEITA DE PUDIM DE LEITE CONDENSADO PERFEITA E SEM FURINHOS ...

Como fazer aquele pudim que não fica com cara de isopor

O problema dos furinhos no pudim não é magia nem maldição. É ar aprisionado que escapa durante o cozimento e deixa buracos na massa. Eu já perdi conta de quantos pudins foram pra lixeira achando que tinha feito algo errado, até entender que o problema era na preparação, não no resultado.

receita de pudim de leite condensado sem furinhos

Você vai precisar de uma lata de leite condensado, uma lata de leite integral (pode usar a mesma medida da lata), três ovos, e meio copo de açúcar pra caramelizar. Mistura tudo na batedeira ou liquidificador e pronto. Mas aí tem um detalhe que a maioria não fala. A questão dos furinhos acontece quando você bate muito rápido ou mistura com pressa. O ar entra na massa e fica preso. Minha solução foi simples: bater em velocidade baixa por pelo menos três minutos, depois passar por uma peneira fina antes de colocar nas forminhas. O tempo extra é irrisório, mas a diferença é brutal.

Outro ponto que muitos ignoram é a temperatura do banho-maria. Se a água estiver muito quente, a massa cozinha rápido demais por fora e fica líquida por dentro, o que gera aqueles buracos feios quando você vira o pudim. A água deve cobrir metade da forminha e chegar perto de ferver, nunca fervendo de verdade. Quem quer um resultado mais profissional pode trocar os ovos inteiros por apenas duas gemas e uma clara. A textura fica mais firme, mais cremosa, e os furinhos praticamente somem. O custo sobe uns dois reais, mas vale a pena se você serve visita.

O tempo de cozimento varia de 40 a 50 minutos em fogo baixo. Se ficar mexendo a cada dois minutos, a superfície quebra e entra ar fresco de novo. Deixa descansando sem mexer. A faca entra limpa quando o centro tá firme, não mole. Se quiser o caramelo no ponto certo, derreta o açúcar em fogo médio até ficar cor de âmbar. Não deixa queimar, porque amarga tudo. Despeja rápido na forminha e gira pra cobrir o fundo. A massa entra em seguida.

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Tem gente que fala pra coar a massa com pano, mas eu prefiro peneira. Cobre o processo de uns dois minutos a cinco segundos, dependendo do seu setup. O resultado é o mesmo, mas a peneira é mais rápida. Deixa esfriar em temperatura ambiente por pelo menos duas horas antes de gelar. Se pôr na geladeira quente, a superfície quebra e forma aquela crosta feia. Desgruda fácil quando tá frio.

Se não tiver forminha individual, usa um molde maior. O tempo de cozimento sobe pro dobro. A textura fica mais firme, mas os furinhos somem. A faca entra limpa quando o centro tá no ponto. Essa receita rende pra seis pessoas em média. Se quiser mais, dobra a quantidade. O tempo sobe proporcionalmente. A qualidade não muda, mas o cuidado é o mesmo.

Se o pudim soltou bolhas na superfície, é sinal de que a água do banho-maria estava muito quente. Desliga o fogo e deixa descansar sem abanar. A massa firma devagar, sem estresse. A maioria dos problemas é na preparação, não no resultado. Mistura devagar, bate em velocidade baixa, e passa por peneira. O tempo extra é irrisório, mas a diferença é brutal.

Depois de pronto, vira na hora de servir. Se deixar muito tempo na forminha, gruda e desmancha. Desorma fácil quando tá no ponto certo. Conserva na geladeira por até três dias. Se deixar muito tempo, resseca e ganha aquela crosta. A textura muda, mas o sabor continua o mesmo.